sábado, março 31, 2007
Como passar no ITA em 5 minutos
Ita, um dia a devanear e ver belas boninas campestres em seu jardim pela manhã, resolveu experimentar uma dessas belas flores. Porém, como todos sabemos, as boninas possuem substâncias altamente tóxicas, tão tóxicas que uma vez mataram um cientista chamado Fermat. Essas flores perversas foram então enunciadas por Fermat, que morreu logo depois de comê-las, e ficou conhecido como “O Último Teorema de Fermat”:
“A distância entre duas boninas é tal que essa distância é mínima”
Ita, após nutritivo banquete, decidiu fundar uma universidade onde todos aprenderiam a comer boninas.
Porém, é muito difícil entrar nessa universidade, já que ela na verdade não existia. O único jeito de passar é fazer os itens abaixo:
1 – Compre livros de cálculo.
2 – Compre ou alugue mais livros de cálculo.
3 – Compre, alugue ou pegue emprestado mais livros de cálculo.
4 – Troque todos esse livros de cálculo por outros, também de cálculo.
5 – Pegue esses outros, vá numa banca de jornais, venda-os, invista o dinheiro em ações, espere-as crescer, pegue o dinheiro e com eles compre outros livros de cálculo, dessa vez com capas azuis.
6 – Pegue esses livros e jogue-os na lareira, já que o tempo está muito frio lá fora.
Com isso, você agora já está aprovado.
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
www.senhorcarteiro.blogpost.com for Gringos
Ok. This present article will introduce all of you to the mysteries of this blog, as you can’t read mandarin. This 5 min course will teach you everything you want to know about this magical blog, thousands of times cited in AoPS forum.
This excerpt was extracted from an antiqued and antique antiqualy old and ancient elder document from Ancient Greek. Some say that it’s author is anonymous, but, for didactic comprehensions, let’s adopt that it was written by Evarist Galois and Nicolas Tesla:
“First of all, what’s the purpose of this general blog?!
Well, imagine that you got an inequality and are eager to solve it. But that damn inequality is so big and hard that you don’t even read it at all. But, it’s on AoPS forum, and you want to reply something to show everyone that you are the best, because if you don’t reply, people will start bullying you.
But, as this inequality is so hard, you should read a calculus book before starting to solve it. Plus, you can’t just go and read it in 5 minutes, as time isn’t a standard constant function. Well, further more, standard Calcx Books do not show symmetry stuff, what is the right thing you need to solve that complex inequality.
But!! We got what you need!! A super blog, with thousands of variables, and other many symmetries.
First let me introduce you the concept of Blog and Flog.
“Blog” is the denomination given for “B-Logarithm”. It’s well known that we got the standard log and the colog. By finite induction and symmetry, we can now say that we got “n-log” with “n” tending to infinity. “B-log” is one of that. Let’s synthesize it:
Blog = (1/log + log)^B | B > log
What is true.
“Flog” is the denomination given for f(log), function of log in the rationals. Suppose that you got a symmetric graph plotted in the Real Numbers, given by:
y = f[log(x)] | f[log(x)] = Flog
By symmetry, this is symmetric. You don’t need to read a good Calc Book to figure this out.
Now that we know what is flog and blog, let’s keep going.”
Conclusion: after this excerpt from Old Greek, you now should be able to read in 3 new languages, including this entire blog.
PRACTICE EXAM
After learning the 3 new languages, translate this to 3n languages:
"iahrbvsnn hnnluh sjkhnvo kzsjh khtnl z kuu”
quarta-feira, novembro 08, 2006
TrashMaster
Reza a lenda que, no ano 9 AC, Jesus H. Christ estava a brincar de fazer pequenos soldadinhos de chumbo. Quando ele foi pegar mais chumbo para fazer mais bonecos, uma vez que a quantidade de bonecos é diretamente proporcional à quantidade de chumbo, ele percebeu que aquele não era chumbo comum. chumbos são feitos de Pb, e esse era feito de PbS, que normalmente chamariam de Sulfeto de chumbo, mas na verdade essa é a sigla de chumbo sujo.
O que estava acontecendo!? Oque significava tal sujeira!? O que era aquilo!? J. H. C. ficou se perguntando por horas a fio. Então decidiu fazer uma dissertação sobre lixo.
“Trashmaster
A humanidade atingiu uma tecnologia estupefatamente zoológica. Pode-se ir até o Sol, pode-se ir ao centro da Terra e pode-se conversar com bots como o Dado. Porém! Segundo Lavoisier, na natureza nada cria e nada se perde, tudo se transforma.
O simples ato de lançar fogos e artifício aos céus como uma homenagem à Mãe Terra e ao Deus Tupã causa danos irreparáveis ao planeta.
Os fogos liberam gases tóxicos e muito voláteis na atmosfera, agravando o chamado Efeito de E. S. Tupha. Esse efeito consiste no vazamento da Camada do Ozônio por películas semimembranosas.
Edward Sir Tupha foi quem descobriu isso enquanto jogava pôker com o Sr. Ozônio, inventor da camada.
Há também lixo no espaço. Pedaços de naves, ÓVNIS, discos voadores e de espadas Jedi orbitam em torno do nosso planeta. O lixo espacial é periculosíssimo, porque, como se encontra no vácuo, onde o ar é tão presente que é como se ele não estivesse lá, não há resistência do ar, e a Lei da Inércia (induzida por Nicholas Tesla) atua 100% ou mais no lixo lá presente. Há o risco de pesquisadores ou turistas serem atingidos por esses detritos numa simples viagem de rotina à órbita da Terra.
Numa sociedade onde não há potência total, não há jeito de se criar sem destruir. Oxalá Lavoisier estivesse errado. O que devemos fazer é criar alguma coisa, e, com o lixo que sobrar, criar outra coisa, e, com o lixo que sobrar, criar outra coisa, com n tendendo a infinito, até que restará apenas 1 quark de lixo. Esse quark seria misturado a outros quarks, formando coisas grandes novamente em que o processo se repetiria.
Com isso, o lixo seria sempre a alegria de se viver”
Jesus H. Christ ganhou o concurso de Miss Redação com essa narrativa em prosa.
quarta-feira, outubro 25, 2006
Números de Random
Há uma teoria, especulada por Hipócrates na antiquada Grécia, de que existe uma cadeia de números secretos chamada de Números de Random.
Random seria um sujeito jovem que vivera na Roma de Napoleão.
O velho Random, sempre muito brincalhão, gostava de brincar de pic-pega com seus amiguinhos. Mas sua mãe não deixava, uma vez que o pequeno Randdy poderia cair e se machucar por aí.
Então, o jovial Rand, para poder brincar, decidiu criar números secretos que nem ele mesmo sabia, e assim poderia tentar achá-los e, como nunca iria encontrá-los, poderia brincar para sempre.
Voltemos à antiquada Grécia.
Hipócrates podia jurar que, ao resolver um polinômio de 9º grau específico, a seqüência de Random apareceria sem nenhum segredo.
O engraçado é que toda e qualquer cadeia e números pode ser a Cadeia de Random.
Os números de Random são especiais por causa dessa propriedade: eles podem assumir o valor de qualquer número quando bem entenderem.
Veja por exemplo:
(12, 65, 32, 49, 641, 89, 45)
Observa-se claramente que tal seqüência pode ser números de Random justamente porque eles não aparentam ser.
Mas como explica-se essa lógica?!
Bem. Veja: se você fosse um número secreto, que tivesse a habilidade de se transformar num outro qualquer, e não quisesse que ninguém te descobrisse, o que você faria!? Logicamente você se transformaria em um outro número que não seja você para se camuflar.
Por causa disso é que é difícil se definirem os Números de Random. Por isso, eles nunca foram descobertos até hoje.
Porém! Na revista “How can I get to know Maths” da edição de 31 de abril de 1994, o sociólogo e matemático Joa Uhm Al-Zhalim propôs uma simples e bonita solução para o paradoxo de Random:
“Tomemos a lógica dos números de Random, que nunca se transformam em si mesmos, sendo sempre quaisquer outras coisas. Para achá-los, devemos pegar todos os números que passam de –infinito a 0 e daí em diante até +infinito e subtrair os supostos números de Random. Eles não são quem eles aparentam ser; desse modo, subtraindo sua aparência, descobrimos quem são os números e Random”
De fato, ao realizar a complexa e trabalhosa experiência de Al-Zhalim, chegamos facilmente à conclusão de que os números de Random sempre tendem a 29.
terça-feira, outubro 10, 2006
Fogo
Na verdade, quem inventou o fogo foi Lao-Tsé, na China Antiga. Ele supôs que, se você quer comer carne, ela ficaria mais macia se você a pintasse de vermelho, por causa das propriedades cinéticas dessa cor.
“Fogo” vem do mandarim “Fo Go”, que significa “pintar de vermelho”. Lao-Tsé teve muitos discípulos, que formaram um clã chamado de Yn Cendji-Ariu.
Mais tare, a sua idéia foi aprimorada por um rico mercador hebreu que atendia pelo nome de Euclides.
Euclides, um modesto e humilde hebreu, estava um dia a devanear enquanto assistia a um jogo da copa. O time que ganhava era o Botafogo. Logicamente o uniforme do time era vermelho. Mas, algo especial ocorreu a Euclides! Ele percebeu que os jogadores estavam em movimento, cada qual com sua aceleração a.
Aquela movimentação vermelho-difusa propiciou a Euclides uma espantosa idéia.
Por que não pintar as coisas de vermelho movimentante?!
Sim, seria uma boa, e tudo ficaria mais bonito.
Euclides então percorreu por toda a floresta à procura de um pigmento vermelho-movimentante. Por fim ele achou alguns gravetos bem vermelhos, um vermelho brilhante! Euclides logo tratou de pegá-los todos.
Porém! Aquilo não eram gravetos vermelhos coisa nenhuma! Aquilo era nada mais nada menos do que ferro em brasa que algum engraçadinho deixara ali no dia anterior para fazer traquinagens com os transeuntes.
Então, logo que Euclides pegou o ferro em brasa, sua mão pegou fogo! Ele ficou tão feliz por ter achado um fogo movimentante que saiu espalhando tal fogo pela floresta.
20 segundos depois toda a cidade estava em chamas. Os habitantes da cidade ficaram tão felizes com Euclides que ele recebeu o amigável e honroso título de “Nero”, que vem do sânscrito “Ne Ro”, que significa “aquele que traz a beleza vermelha”.
Mas ninguém nunca soube desse fato, porque todos morreram queimados e não sobrou ninguém para contar a história. Isso só foi descoberto recentemente quando os historiadores acharam a caixa preta da cidade e viram que tudo isso estava registrado.
segunda-feira, outubro 09, 2006
Nernst, o garoto que queria ser eletrônico
Esse artigo foi tirado da revista “Science For Kids and Pineapples” do dia 29 de fevereiro de 2003.
“Nersnt nasceu na Grécia Antiga, tempo esse muito antes de Cristo. Um belo dia estava, flores a florir, grilos a grilar, e Nernst estava em seu apartamento sozinho, brincando com um carrinho de brinquedo.
Nernst percebeu que brincar com o carrinho era algo muito cansativo, porque ele mesmo tinha que ficar mexendo com ele. Ora bolas!! Um carrinho deveria andar sozinho, pensa Nernst. Então ele pensa.
Como fazer um carrinho andar sem ajuda humana?!
Os dias foram passando e Nernst sempre se perguntava sobre esse mistério.
Até que, na ceia de Natal, seu tio Berzelius fica bêbado. Fica tão bêbado que começou a passar mal. Berzelius, então, decide vomitar. Vomita em cima da mesa. Foi nesse instante que Nernst descobriu como fazer seu carrinho andar sem propulsão humana!
Para quem não entendeu, vamos explicar detalhadamente.
Berzelius, ao vomitar, exalou uma substância líquida pela boca. Tal substância tinha acumulado energia potencial gravitacional por causa da altitude em que estava antes. Essa substância, de massa m, caiu em cima da mesa, mais precisamente na colher de Berzelius. A colher, com esse peso, girou alguns graus centigrados, o suficiente para produzir energia, igual a uma turbina hidrelétrica.
Tal energia fugiu em forma de faísca e bateu na panela, fazendo a panela deslocar-se quase um centímetro para a direita. Nernst percebeu tudo isso e logo tratou de construir uma usina hidrelétrica.
Mas! Uma vez feita tal usina, de que adiantava?! Como ele deslocaria as fagulhas para seu carrinho?!
Bem. Muito simples. Ele pensou no seguinte. Ele poderia, no caso, canalizar a energia para pequenas estruturas de metal. Tais estruturas teriam coeficiente elétrico Pi e eram feitas de Lantânio (L), Hidrogênio (H) e Alumínio (A).
Tais estruturas ele chamou de “PiLHA”. Ele então colocaria as pilhas no seu carrinho e elas fariam ele andar normalmente.
Nernst, feliz da vida, foi levar suas pilhas para pôr no carrinho. Mas! Como ele colocaria as pilhas assim, do nada?! Antes, era preciso calcular quanta energia o carrinho iria precisar para ficar equilibrado. Senão, logicamente, ele iria tombar e capotar! Nernst então enunciou o seguinte:
“Quando a concentração que tem lugar em uma pilha alcança o estado de equilíbrio, a força eletromotriz da pilha torna-se zero e o quociente de reação coincide com a constante de equilíbrio”
Ou seja, para deixar um carrinho equilibrado, você precisa de uma pilha com força tendendo a zero.
Logo que Nernst enunciou isso, um raio tempestuoso veio e lhe atingiu porque ele estava segurando as pilhas no meio da tempestade, e ele morreu instantaneamente.”
Com quantos paus se faz uma canoa
Num momento de devaneio, enquanto ele pescava sardinhas na lagoa com seu harpoon, ele de repente olhou fixamente para a sua canoa e fez o seguinte postulado:
“A soma das áreas das madeiras de minha canoa é igual à derivada da equação do espaço-tempo. Se a massa do ar em volta da canoa é de 1kg por metro cúbico, calcule quantos paus foram necessários para fabricar minha canoa.”
Carlos Drummond, então, passou a oferecer sardinhas pra quem conseguisse responder tal enigma. Não se sabe o porquê disso até hoje, mas ninguém estava interessado. Carlos então se matou tomando água, veneno esse muito forte que o matou antes de ele pensar em beber.
Com o passar dos anos, seu enigma foi virando ameaça. Os pais diziam para os filhos:
“Você tem que beber mais água, só pensa em refrigerante!! Se você não parar com refrigerante, eu vou te levar no Drummond pra ele te dar água e ele vai te mostrar com quantos paus se faz uma canoa”.
Nos dias de hoje, muitos ainda acham que esse enigma é uma mera ameaça sem solução. Até hoje, ninguém achou resposta para tal problema.
Mas!! Na edição de julho de 2003, a revista “Mathematicians & Unsolved Problems” propôs uma simples solução para esse problema, denominado “O Paradoxo da Canoa”.
Espantosamente, um acadêmico de matemática chamado Carl Baptiste Doppler. Consistia de uma resolução muito simples:
“Se considerarmos uma canoa pequena, logo essa canoa terá muitos átomos, porque os átomos estarão fazendo força e comprimindo a canoa. No caso de uma canoa maior, haverá menos átomos, porque ela está expandida uma vez que não há átomos suficientes para comprimi-la com força centrípeta. O que faz com que o número de paus da canoa seja constante independente de seu tamanho. Tal constante deverá ser chamada de Pi, que significa “Paus Inconstantes”, que é aproximadamente 3. logo, toda e qualquer canoa possui 3 paus de diferentes amplitudes”
Carl Baptiste Doppler ganhou o prêmio Nobel da Paz e se enforcou em sua medalha logo que saiu do Congresso Nobel.
Gênese Triangular Escalenótica
Como todo triângulo que se preza, o triângulo de comum nome (escaleno) possui 3 ou mais lados dependendo do referencial.
O que o torna especial no redondo mundo dos triângulos é que a soma de seus ângulos internos mede exatamente 180 graus centigrados. Isso é muito raro hoje em dia. Já que a maioria dos outros poligonos entra em ebulição a temperaturas mais baixas.
Primeiro, temos que saber o porquê desse exótico e diferente nome. Na verdade, seu nome deveria ser Triângulo Escalando, porque a sua forma lembra um alpinista subindo uma montanha de altura h inclinada.
À essa inclinação dá-se o nome de hipotenusa, porque os antigos instrumentos de escalada eram feitos de “hipóten”, substância essa muito resistente contra tração, altitudes elevadas, temperatura baixa e, além disso tudo, tinham doce aroma natural de selva. Ou seja, os alpinistas usavam hipóten, “hipóten usa”, para subir as inclinações. Então, nada mais justo que o nome de tal inclinação deveria ser hipotenusa.
O triângulo escalando, ou escaleno, vulgarmente conhecido como Triesca, possui vários marcos históricos. Cientificamente, ele é conhecido como “Polígono Rei”, uma vez que todos os outros polígonos são maiores e mais fracos do que ele.
Acredita-se que é derivado de um ancestral comum aos polígonos, chamado de Látero. “Látero”, portanto, é um sobrenome obrigatório em todos os polígonos, desde ZeroLátero até o MaisInfinitoLátero. O que faz com que haja uma hierarquia nessa família.
Quem tem mais lados, é rei. Logo, o triângulo é, por conseguinte, o escravo de todos os polígonos, fato esse comprovado cientificamente.
Poucos ainda acham que o triângulo não é nada mais nada menos do que um triângulo que foi entortado. Isso se deve à simples lógica de que, se você tem um triângulo ABC e entortá-lo, você obterá um triângulo DEF com novas medidas.
Talvez a questão mais profunda nesse estudo triangular seja a origem do nome “triângulo”. É uma das coisas mais misteriosas da humanidade. Pela lógica, “triângulo” significa “3 ângulos”; mas como poderíamos falar que esse nome é correto já que o triângulo possui 180 ângulos?! É algo a pensar.
Curiosidades
Atualmente a ONG amigos do triângulo tem realizado protestos sobre a utilização do triângulos em protestos. Tendo como lider Platão, a ONG já tem mais de 10 mil adeptos.
sexta-feira, outubro 06, 2006
Operações Básicas com Infinito
P.1) Todo infinito é igual a zero
Demonstração:
Sabemos que
infinito + infinito = infinito
Aqui, se você cortar os infinitos em ambos membros da igualdade, fica:
1 + 1 = 1
2 = 1
2-1 = 0
1 = 0
Multiplica-se agora ambos os termos por infinito:
infinito . 1 = infinito . 0
infinito = 0
P.2) A soma de todos os termos de um infinito é igual a 21
Demonstração:
Infinito = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + ... + infinito
Sabemos, pela P.1, que infinito = 0. Logo, no segundo membro da equação acima, substituímos infinito por 0:
Infinito = 1 + 2 + 3 + 4 + 5 + 6 + 0
Infinito = 21
P.3) Todo infinito é aproximadamente 357
Demonstração:
Pela P.1, infinito é igual a 0
Infinito = 0
Multiplica-se os membros por 17:
17 . infinito = 17 . 0
17 . infinito = 0
17 . infinito = infinito (novamente P.1)
No primeiro membro, substitui-se infinito por 21, pela P.2:
17 . 21 = infinito
357 = infinito
Podemos generalizar e afirmar que o infinito é uma constante Trial, que vem do latin
Tri - três
Al - tudo
Pois o infinito tem 3 valores distintos, porem iguais em modulo.
Guia Prático de Alquimia
Alquimia é a arte de fazer uma coisa virar outra.
A palavra vem de “Alce + Mia”, pois foi a primeira tentativa de alquimia de que se tem relato. Queriam fazer um alce miar, fazendo sua língua de alce virar língua de gato, não se sabe o porquê disso até hoje, mas, enfim.
A alquimia atingiu seu auge na Idade Média, quando todos queriam fazer ferro virar ouro. Muitos alquimistas eram charlatões, sendo apenas enganadores. Mas alguns realmente tinham esse poder.
Recentemente foi encontrado um livro numa tumba egípcia que datava de 3016 A.C., chamado de “Guia Prático de Alquimia em 3 Lições”. Traduzido por 7 Nobels, tal livro se encontra agora no Museu Internacional dos Tomos Raros (MITR). Os procedimentos básicos de como se tornar um alquimista foram divulgados pela Internet:
“Como se tornar alquimista
Passo 1: Você precisa de uma sala escura, arejada, que tenha água corrente, bem iluminada, e sem corrente de ar. Essa sala será chamada de A Sala do Alquimista. Ah, você também precisa de traje a rigor.
Passo 2: Ache um gato.
Passo 3: Ponha o gato na corrente de água, pegue um fio desencapado, ligue na tomada uma ponta e a outra na água.
Passo 4: Você agora tem um belo gato empalhado. Ponha esse gato na sua escrivaninha, ele será útil em momentos de falta de inspiração.
Passo 5: Pegue um pedaço de ferro.
Passo 6: Pinte de amarelo.
Passo 7: Fale que é ouro e venda para os trouxas.
Passo 8: Nos passos de 5 a 7 você transformou ferro em dinheiro, isso é um sinal de que você está progredindo.
(...)”
Por que as cordas do violão são mais grossas em cima e mais finas embaixo!?
“Por que as cordas do violão são mais grossas em cima e mais finas embaixo!?”
Essa é uma pergunta que aterrorizou muitos homens e amedrontou outros desde os tempos vulcânicos. Primeiramente, vamos lembrar como apareceu o primeiro violão.
Klunch, homem esse do tempo das cavernas, estava caçando seu mamute com uma clava. Ao achar um mamute, ele furtivamente chegou perto do animal e lhe socou a clava. Mas, ao errar a mira, ele acertou apenas o chifre do bicho. Isso fez com que a clava se partisse e tomasse a forma do que conhecemos hoje como violão.
Klunch, amedrontado por estar sem arma, correu em disparate, chegando à sua aldeia. Jogou sua “ex-clava” no lixo e foi dormir. Seu filho Klump achou aquele pedaço de clava engraçado por diversos motivos e decidiu guardar o mesmo para futuramente brincar de bangue-bangue, porque aquilo se assemelhava a uma espingarda.
Mas, repentinamente, Klump teve uma idéia brilhante:
Por que não colocar fios na clava e tocar uma doce melodia?!
Bem. Não se sabe até hoje como ele teve essa idéia. Só sabemos que Klump pegou vários fios de diâmetros diferentes e amarrou na clava. O curioso é que, independente da ordem em que ele colocasse os fios, eles no final se reorganizariam automaticamente ficando os mais grossos em cima e os mais finos embaixo.
O primeiro a desvendar esse evento foi Fermat, que enunciou o seguinte:
“A distância que separa uma corda grossa da outra ligeiramente menos grossa é tal que essa distância é mínima”
Ou seja, cordas de diâmetros próximos tendem a estar próximas umas das outras. Isso explica o porquê de elas estarem assim agrupadas.
Mas, por que as mais grossas ficam em cima e as mais finas embaixo? Isso só foi descoberto por Albert Einstein, quando viu sua mãe costurando seu macacão e ouviu a vibração da linha de costura e concluiu:
“A gravidade em baixo é logicamente mais alta que em cima, logo para as cordas terem o mesmo peso, as de baixo tem que ser menores e mais finas, para compensar com o volume e para a densidade ser a mesma”
Agora a humanidade já dorme tranquila sem ter que pensar nesse dilema
A velocidade da Luz é enganosa
Na verdade, a velocidade da luz é um dos meios de transporte mais lentos que já existiu.
Retornemos ao passado, na época da Grécia Antiga. Os grande pensadores pensaram que, se você tem uma fonte de luz F1 no ponto A, e lá na frente uma outra fonte de luz F2 no ponto B, e a distância entre A e B é x, a velocidade da luz que emana de F2 será logicamente maior do que a de F1, pois está sempre à frente dela. Como, basicamente, a velocidade da luz é a mesma, e F2 está à frente, logo F1 nunca chegará a F2.
Portanto, se ele nunca chegará, podemos enunciar que a distância entre os dois é infinita. Porém! Se no início a distância era x, e depois virou infinito, e as velocidades iniciais eram as mesmas, logicamente a aceleração de F2 é infinita ao quadrado. O que faz com que seja bem rápido. Essa luz realmente corre em disparate.
Como os gregos explicaram tal fenômeno?!
Bem. Platão, que descobriu tal coisa primeiramente, chamou isso de “O Mito da Caverna”, porque ele viu isso quando estava devaneando numa caverna e reparou que a luz que corre para dentro da caverna é bem mais rápida do que a que entra, é tão rápida que nem a enxergamos. É por isso que vemos apenas uma escuridão, porque de tão rápida a luz nem ilumina as coisas da caverna.
Passam-se dias depois dessa fenomenal descoberta e chegamos aos dias de hoje. O que hoje chamamos de “ano-luz” é apenas uma pequena graduação da régua que mede 1 segundo de viajem da luz descoberta por Platão. Por isso, meus amigos, não se deixem enganar pela tediosa luz comum e lentíssima.
Evolução
A questão é. Como acontece a evolução?!
Simples. Segundo o evolucionista ucraniano Kriev Kriegger Hausben, todos os seres vivos (defina-se aqui “ser vivo” como todo e qualquer ser que possui coeficiente elétrico) possuem uma substância chamada de Ciclometilato de Evolutila, que auxilia na evolução. O processo é simples: esse composto, por ser muito volátil, sai do ser vivo por osmose e aflui pro meio, deformando o espaço e conseqüentemente adaptando tal espaço para melhor aconchegar o ser vivo.
Ou seja: o processo evolutivo não adapta o ser vivo ao ambiente, e sim o ambiente ao ser vivo, o que contraria evolucionistas tradicionais como Darwin e Kriegger Hausben.
Tomemos como exemplo a Drozophila melanogaster, vulgarmente conhecida como “mosca de fruta”. Se ela quer comer, por exemplo, uma banana, e seus dentes não são grandes o bastante, ela rapidamente libera o Ciclometilato de Evolutila, que, ao invés de aumentar seus dentes, diminuirá a banana. É por isso que muitas vezes olhamos embaixo da cama e achamos várias pequenas cascas de banana. Às vezes também as encontramos em cima da geladeira, dependendo de onde a mosca esteve.
Mas. Como que o Ciclometilato de Evolutila atua?! O químico francês Dejardi Von Jabur nos explica em seu recente livro:
“(...) e o Ciclometilato de Evolutila é muito constriburente. Ao entrar em contato com, por exemplo, uma banana, ele faz com que suas células dividam-se por duas moléculas (...) sobrando assim um número primo de átomos, número esse bem pequeno (...) o que reduz drasticamente a massa da banana. O que sobra transforma-se em energia quântica...” (Von Jabur, Dejardi. In: ‘Evolutila & Sociedad’)
Bem. Acho que depois disso tudo fica claro que os homens são derivados diretos dos moluscos articulados.